Arquivos para ‘Vídeo’ Categoria

Jeff Healey – While My Guitar Gently Weeps

7 de março de 2010, às 11:59h

VanVan, o cientista cearense, envia um vídeo pauleira.

Curioso, não conhecia o cabra…

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Paranoia e Cinismo

6 de março de 2010, às 13:04h

A psiquiatria é uma ciência exata.

Querem um exemplo de paranoia?

Vejam, abaixo:

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Outro nome interessante para essa enfermidade é: cinismo.

Grafite

2 de março de 2010, às 16:43h

Olha aí o golaço de Grafite, eterno jogador do Santinha, que tem a bandeira sagrada pendurada na sala. Há boatos de que o canal pago, aquele que faz propaganda descarada da Máfia dos 13,  foi entrevistá-lo, mas queriam que tirasse a bandeira do recinto. Recusou, de forma enfática. Propuseram a bandeira do time do Morumbi ou do Brasil. Novamente, Grafite recusou. Findaram fazendo a entrevista, mas cortaram a cena da sala quando Grafite beijava a sua amada bandeira.

Claro, são boatos. Foi Tsé-Tsé que me contou toda essa estória. Ele conhece o eterno artilheiro do Clube do Santo Nome. Ele me disse que Grafite ficou injuriado com a conduta do canal pago.

O artilheiro deseja ser o sucessor de FBC no clube. Terá meu voto.

_Quando voltar! — teria dito.

Foi convocado, mas não faz parte da “família Dunga” — argh!

Lá vai:

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Depois do jogo: soube agorinha que Grafite tentou entrar no jogo com a camisa do Santinha. Sem dúvida, um sinal de amor louco pelo seu clube. Houve discussões e ponderações. Dunga vetou, de forma autoritária, mas não notou que a camisa continuava debaixo da do Brasil. O seu passe de calcanhar a Robinho teve a mística da camisa, com certeza. Grafite é muito melhor do que Adriano, essa imposição imperial da Globo; mas, apesar disso, não será chamado para a Copa. O artilheiro reeditará a injustiça que fizeram com Nunes, o cabelo de fogo, aquele centroavante que jogou, depois, em dois clubes cariocas, que não me lembro mais os nomes, mas já numa etapa decadente de sua carreira.

Anabela de Malhadas

1 de março de 2010, às 17:48h

Pesquei esse vídeo no NPTO – aliás, quem quiser uma boa discussão política passe por lá.

É um concurso de rádio lá em Portugal. As pessoas ligam e precisam acertar o peso de um saco. O locutor dá a margem permitida do peso. Anabela, a ouvinte, apesar da insistência do locutor, insiste em dizer sempre um valor fora da margem permitida. A conversa, aos poucos, fica surreal…

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Cemitério de avião

27 de fevereiro de 2010, às 10:02h

VanVan, o cientista cearense, na sua compulsão em monitorar o Império Americano, descobriu o cemitério de seus aviões. Vejam foto e vídeo, abaixo.

Por que o governo brasileiro, ao invés de gastar os tubos por aviões franceses, não toma várias dessas máquinas e lhes dá uma recauchutada? Conheço um serviço de lanternagem, em Recife, que faz milagre.

Como disse o cientista:

Dr. Estranho se contorceria de gargalhadas com a megalomania destrutiva e a inutilidade de tudo.

Lá vai:

E o vídeo:

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Por falar nisso…

19 de fevereiro de 2010, às 19:50h

Por falar naquela direita…

Olha aqui um exemplo bem recente. Dei uma olhada na entrevista que Kennedy Alencar fez com o ministro do STF, Marco Aurélio Mello, e li essa pérola reacionária sobre o golpe de 64:

Um mal necessário, tendo em conta o que se avizinhava. Teríamos de esperar para ver [uma possível ditadura comunista] e foi melhor não esperar.

Claro, todo mundo sabe que a resistência bolchevique foi incrível. Eles tinham até um exército vermelho no Brasil.  As forças armadas subversivas eram sofisticadíssimas, possuindo uma tecnologia russa que tornava os comunas invisíveis. Ela só tinha um defeito: os soldados vermelhos, como estavam invisíveis, não conseguiam se ver um ao outro, dando o maior buruçu logístico. Resultado: não houve nenhuma resistência armada ao golpe, já que os comunistas estavam invisíveis.

Li sobre essa grande confusão de extrema-esquerda nas memórias de um alto comandante do exército vermelho brasileiro — o subversivo J.B Barnes, o rubro. Leiam esse diálogo desesperado:

_Tenente, onde vc está?
_Estou na rua do Canal, bem junto da churrascaria Colosso.
_Oxe, eu também estou, mas não lhe vejo…
_Eu também não, Senhor Comandante!
_Deixe pra lá. Aonde está o Quartel General Vermelho?
_Não sei. Ele está invisível.
_Meu Deus!
_Deus?!
_Não, não, eu disse outra coisa. E o inimigo?
_Ele não nos vê!
_Formidável! A tática está dando certo!
_Não sei. Escutei a direita dizer que tem comunista em cada esquina.
_Não estou vendo nada.
_Eu também não.
_Comandante… tenho uma dúvida.
_Diga qual, tenente!
_A gente existe mesmo?
_Claro, somos legião. Apenas estamos invisíveis. Bem, deixemos de delongas, vou procurar o QG. Fique onde está.
_O senhor está me vendo?
_Não, não… deixe pra lá. Faça como quiser. Câmbio final.

Eis o maior desafio para o revisionismo histórico: encontrar a incrível força comunista que tornaria o Brasil numa imensa república soviética.

Lá vai a entrevista completa:

O Cordel acabou

19 de fevereiro de 2010, às 19:40h

Eita, o Cordel do Fogo Encantado acabou. Acabei de ler essa notícia no Site da Revista Rolling Stone (aqui). Não gostava tanto, embora achasse bastante original a proposta. Na verdade, gostava mais do ao vivo do que do cd.

Após a saída do vocalista, banda pernambucana divulga o término de suas atividades

Após Lirinha (José Paes de Lira), o vocalista do Cordel do Fogo Encantado, ter anunciado sua saída, a banda pernambucana decidiu encerrar suas atividades. A notícia foi divulgada por meio de um comunicado oficial, escrito pelo produtor Antonio Gutierrez, publicado no site do grupo nesta quarta, 24.

De acordo com o texto, a saída do vocalista “implica na impossibilidade de continuidade do grupo”, levando ao fim do Cordel e à suspensão das apresentações ao vivo e da realização de um novo álbum. No entanto, ainda será lançado um registro do show realizado na praça do Marco Zero, em Recife, no dia 14 de fevereiro. Além disso, os agora ex-integrantes pretendem lançar um material de arquivo, que reúne trabalhos feitos durantes os 11 anos de existência da banda.

No dia 1 de fevereiro, Lirinha escreveu um comunicado informando sua saída do Cordel. “Revelo, por respeito aos que me acompanham, a minha vital necessidade de trilhar novos caminhos”, justificou. “O grupo, que é independente desde a sua origem, com integrantes do sertão de Pernambuco (Arcoverde) e do Morro da Conceição (Recife), se tornou uma das bandas mais ativas do cenário de shows da música brasileira. É com muita dificuldade que redijo essa informação, devido ao imenso amor que eu sinto pelo público e pelos meus companheiros/guerreiros do projeto.”

Em mais de uma década de carreira, a banda lançou três álbuns: Cordel do Fogo Encantado, de 2001, O Palhaço do Circo Sem Futuro, de 2002, e Transfiguração, de 2006.

Lá vai um vídeo:
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Nina Becker

19 de fevereiro de 2010, às 19:35h

Uau! Não conhecia… Poxa… Danou-se… Vote… Vixe…

E eita!

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Reencontro

19 de fevereiro de 2010, às 19:25h

Pesquei esse vídeo no Blog do Nassif:

Se tal fato acontecesse no Brasil, a Folha seria contra o encontro, afinal, isso seria fazer demagogia contra a “ditabranda”; a Veja diria que foi um ato subversivo, financiado pelo Foro de São Paulo, e os militares… bem, os generais pediriam demisão em protesto.

Irã, Petkovick, Ucrânia

19 de fevereiro de 2010, às 19:20h

Incrível, acha-se de tudo na internet. E que maravilha é o YouTube. Estava querendo alguma informação sobre o Irã, principalmente sua história recente (o golpe de 1953), e encontrei esse vídeo bem didático:

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Que onda, Petkovick é um comunista convicto, defensor da autogestão iugoslava. Faço a hipótese que Ana Maria Braga não entendeu nada. Ou, então, seu rosto paralítico tentou exprimir de todas as maneiras possíveis sua surpresa, mas não conseguiu, infelizmente.

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Muito bonito e emocionante, o vídeo abaixo. Diz respeito à invasão da Ucrânia pela Alemanha Nazista na Segunda Guerra. Arretado! O nome da moça: Kseniya Simonova

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