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Desmaios

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Rapaz, não pensava que um Dragão da Independência pudesse desmair. Sei lá, crença pessoal, nacionalismo, etc e tal. Como sempre achei que o grito de independência fosse uma farsa, findei me conformando com os desmaios. Além do mais, não entendia exatamente a noção de… dragão?! Como assim? Por que não a saúva da independência ou o tamanduá do Ipiranga? São símbolos muito mais emblemáticos do que esse animal fabuloso, representado como serpente ou sáurio com corpo coberto de escamas, dotado de garras, asas e uma grande boca que expele fogo — tá certo, tudo bem, dragão da independência, parada gay, vá lá…

Mas, procurando na descontrução absoluta do mundo, isto é, no Google, verifiquei que o desmaio é geral.

Aquela rampa causa vertigens, só pode ser. Quem sobe muda ou desfalece. Cada vez mais, estou convencido de que esquerda, no Brasil, não sobe rampa, senão desmaia.

Porém, poder é de lascar. Corrompe em absoluto em qualquer lugar do planeta.

É muito patético, mas dá pena.

Muita pena.

O que percebi é que os americanos não desmaiam. É um fato: procurei no Vietnã, no Afegão, no Iraque — nada. Nem uma síncope. Há muita insônia na América, mas isso é outro papo.

O General MacArthur jamais desmaiou, o que é sintomático, cá entre nós.

Palocci nunca desmaiou; mas, não era militar. Se fosse, desmaiava sempre. Pelo menos, é o que dita a honra militar.

Sementeiras

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