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Na foto, a revelação: um político do governo carioca, disfarçado de PM, após discussão sobre detalhes da invasão do Complexo Alemão, com representante, aparentemente disfarçado, do consulado dos EUA. Inacreditável? Ninguém acredita no poder dos disfarces? Pois fui no Coletivo Dar e li mais informações reveladas do WikiLeaks (há um bocado, especificamente sobre drogas e remédios; vale uma visita):

Invasão do Complexo Alemão foi discutida com Consulado dos EUA

Em sua fala durante seminário sobre encarceramento em massa realizado pelo Tribunal Popular em São Paulo, Vera Malaguti Batista comentou que o que antes parecia teoria da conspiração se mostrou até pouco diante do verdadeiro exposto pelo Wikileaks. No caso da operação realizada pelo Exército no Complexo do Alemão, se não fora os documentos vazados poucos acreditariam que detalhes dela foram discutidos pelo secretário de segurança do Rio com membros do Consulado dos Estados Unidos. Segundo a Folha de S.Paulo, “José Mariano Beltrame, antecipou que faria a operação de tomada do Complexo do Alemão e previa uma ação com ‘violência traumática’”. O encontro no consulado ocorreu em 22 de setembro de 2009, e nele Beltrame já informou aos estadunidenses que a operação ocorreria em 2010. Em despacho intitulado “Doutrina da Contrainsurgência chega às favelas do Rio” revelado pelo Wikileaks, o cônsul DenisHearne afirma que a estratégia das UPPs no Rio tem pontos em comum com ações das tropas americanas no Iraque e no Afeganistão.

Ainda segundo documentos revelados, a pacificação das favelas no Rio prioriza as áreas turísticas.

Depois do traíra do nosso ministro da defesa, concluo que nada, nesse país, pode ser feito sem que não avisem os estado-unidenses. E, se as UPPs tomaram como modelo as fantásticas ações de pacificação das tropas do EUA no Iraque, estamos é lascados.

Sementeiras

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