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Cabral e a legalização das drogas
Governadores cariocas sempre são surpreendentes. Não há monotonia política no Rio. De repente, não mais do que de repente, aparece uma novidade.
Sérgio Cabral defendeu a legalização das drogas, a começar pelas leves.
“Eu tendo a ter certeza de que a legalização (das drogas) é melhor que a proibição. Isso tem de ser discutido na ONU e no G-20. É um tema que merece a atenção dos chefes de Estado”
Repressão mata inocentes e custa muito caro, afirma ainda.
Legalização mundial, assim. O mundo viraria uma Amsterdam planetária. Estamos diante de uma das mais saborosas utopias inventadas pelo homo sapiens: todo mundo doidão. Um mundo sem noia ou sugesta, realizando a Pax Perpetua de Kant.
E foi um governador carioca que lançou esse raio em pleno céu azul. O utopista ainda diz que a primeira experiência poderia começar com a maconha. Imagino, para os pernambucanos, Floresta como a meca dos maconheiros. Lugar de peregrinação e de muita espiritualidade. Ali, entre os Rios Pajeú, São Francisco e o Riacho do Navio, onde há 30 mil anos já se fumava um baseado pré-histórico, um mundo imaginário e esfumaçado seria realizado… delirantemente. O Maconhão de Olinda seria restaurado e considerado patrimônio histórico da Humanidade pela UNESCO. Tão ligado?!
Abaixo, um visionário da espécie dos ranfastídeos:
PS: sou a favor da legalização das drogas por um motivo prosaico: Reinaldo Azevedo, blogueiro da Veja, é contra


















Já assistiu o filme “O Barato de Grace”? Prá começar é inglês. Gosto muito dos filmes ingleses.
É bem interessante. É bem isso….todo mundo doidão…rsrsrsrsrsrs
Abraço
Sim, claro. Gostei muito!
Como disse Plínio em um dos debates entre os presidenciavéis: “A maconha é uma droga social!”
E de fato, desde os meus 13 anos, nunca fui numa festa que não houvesse alguém fumando maconha.
Essa questão é muito polêmica.
Veja, por exemplo:
http://examedevista.wordpress.com/2011/06/16/turn-allowed-not-turn-nice/
Abraço