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O direito de discriminar gays
Ana Paula envia notícia envolvendo esse centro do reacionarismo brasileiro, a universidade Mackenzie.
Escreve Ana:
A universidade Mackenzie quer ter o direito de ser homofóbica. Não me impressiona em nada o fato, pois eles foram a favor do golpe militar e de todos os movimentos que conservem a paz e a harmonia da nossa tão perfeita família brasileira… Desculpe pela ironia, mas o fato é realmente grave, até porque eles citam trechos bíblicos pra justificar a atrocidade.
Lá vai, abaixo, o Manifesto pelo direito de caçar, ops!, discriminar gays. Os gays são pessoas, segundo o raciocínio bíblico da universidade, mas o direito à liberdade de expressão permite xingá-los, ofendê-los, insultá-los, afrontá-los… A culpa é da democracia!
Ao utilizar como justificativa diversas citaçõe da bíblia, a Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo –publicou em seu site um manifesto através do qual exprime a sua opinião quanto à lei que caracteriza homofobia como um crime. Leia abaixo:
Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia
O Salmo 1, juntamente com outras passagens da Bíblia, mostra que a ética da tradição judaico-cristã distingue entre comportamentos aceitáveis e não aceitáveis para o cristão. A nossa cultura está mais e mais permeada pelo relativismo moral e cada vez mais distante de referenciais que mostram o certo e o errado. Todavia, os cristãos se guiam pelos referenciais morais da Bíblia e não pelas mudanças de valores que ocorrem em todas as culturas.
Uma das questões que tem chamado a atenção do povo brasileiro é o projeto de lei em tramitação na Câmara que pretende tornar crime manifestações contrárias à homossexualidade. A Igreja Presbiteriana do Brasil, a Associada Vitalícia do Mackenzie, pronunciou-se recentemente sobre esse assunto. O pronunciamento afirma por um lado o respeito devido a todas as pessoas, independentemente de suas escolhas sexuais; por outro, afirma o direito da livre expressão, garantido pela Constituição, direito esse que será tolhido caso a chamada lei da homofobia seja aprovada. A Universidade Presbiteriana Mackenzie, sendo de natureza confessional, cristã e reformada, guia-se em sua ética pelos valores presbiterianos. O manifesto presbiteriano sobre a homofobia, reproduzido abaixo, serve de orientação à comunidade acadêmica, quanto ao que pensa a Associada Vitalícia sobre esse assunto:
“Quanto à chamada LEI DA HOMOFOBIA, que parte do princípio que toda manifestação contrária ao homossexualismo é homofóbica, e que caracteriza como crime todas essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre o homossexualismo como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.
Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna em 1988 já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, “. . . desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher” (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam que a prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6:9-11).
A Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada lei da homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.
Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil reafirma seu direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo”.
Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie

















Muito bem, tenho um irmão que se declara gay, vim a conhecer esse artigo porque ele o postou no Twitter com as palavras, tenho vergonha de um dia ter sido Presbiteriano.
Eu disse muito bem pra ele, que eu acho que só leu o que essa ana ai disse antes do texto, e pra vocês pelo Titulo sensacionalista que expressaram, assim chamando muito mais a atenção, em detrimento do conteúdo da carta oficial a Igreja Presbiteriana ao estado, que sinceramente não vi nada demais em expressar sua contraria opinião, onde fez questão de usar a biblia para ‘separar’ e ‘juntar’ os gays da biblia, uma com citações e outra com o amor de Deus para todo e qualquer ser humano feito a sua imagem e semelhança.
Se você considera “normal” eles acreditarem ter o direito de discriminar homossexuais por serem religiosos eu só tenho a lamentar pela sua ignorância. Até porque sou cristã e o cristianismo que aprendi é baseado num conceito conhecido como TOLERÂNCIA. Algo que nem você nem os presbiterianos da preconceituosa e reacionária Mackenzie conhecem.
e a Inquisão foi…???
é lamentável que uma instituição tão famosa no Brasil que tem por trás uma igreja tradicional venha manifestar uma opinião tão ridícula a respeito da sexualidade, algo tão pessoal e privativo, é uma vergonha… esse povo vai queimar no mármore do inferno
Olha aqui a cara do sujeito que escreveu a carta http://acapa.virgula.uol.com.br/site/noticia.asp?origem=home&codigo=12102&titulo=Chanceler+do+Mackenzie+divulga+carta+p%FAblica+contra+a+criminaliza%E7%E3o+da+homofobia
Quem meu direito de discordar de alguém, sem se processado, garantido!
Perdão, “QUERO” meu direito…
“Os cristãos se guiam pelos referenciais morais da Bíblia e não pelas mudanças de valores que ocorrem em todas as culturas.”
Isso chama moral religosa, eles não podem perder a doutrina.
Sinto muito, mas li o manifesto e não acho nada demais, não é pq eles não jogam purpurina quando tem uma parada gay que os fazem homofóbicos odiadores da comunidade!
Esse post é um exagero e uma tentativa de deixar o mackenzie mal perante a comunidade gay.
O texto foi extraído do blog da folha de São Paulo, você poderá encontrá-lo também no link do uol (que disponibilizei num post acima)e em diversos outros sites. Não fomos nós que inventamos a notícia!
Ok, mas o seu título e seu textinho introdutório são medonhos. Parece texto de Diário popular, sensacionalista e preconceituoso.
Talvez vc devesse ter lido o “manifesto” antes de pública-lo.
Recentemente publicaram em um jornal: “Pesquisa revela que 50% das pessoas não casariam com obeso”. Eu li a entrevista, em nenhum momento eles escrevem quantos dos entrevistados casariam com magros, morenos, loiros, corcundas. Ou seja, mais uma publicação preconceituosa, sem eira nem beira.
Não se encaixe nessa classe mesquinha de jornalistas tendeciosos e sem opinião.
1- eu não sou jornalista.
2- o que escrevi foi depois de ter lido o texto.
3- achei realmente o manifesto preconceituso e nojento, se você não achou isso é um direito seu.
4- junte você e seus amigos ao Índio da Costa que partilha das mesmas ideias que vocês e sejam muito felizes num mundo sem homossexuais.
5- publicação preconceituosa e sem eira nem beira é a do Sr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes
Comentário típico de quem não tem resposta coerente.
Não que isso deva fazer alguma diferença na sua insignificância, mas meus melhores amigos são gays. Um deles inclusive formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Eu sou formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e hoje faço Doutorado pela Universidade de Sao Paulo. Seu Post é uma vergonha para você e todos que leêm.
Você deveria ter vergonha de escrever esse tipo de coisa em um blog aberto. E mais, vc deveria ter vergonha de responder um comentário ao seu post ignorante. Típico de gente que escuta o galo cantar e não sabe aonde, pior, lê uma noticia e não consegue criar uma opinião. Não vou mais enviar nenhum tipo de comentário a este Blog, já que os escritores não tem capacidade intelectual para dar sustentação ao que escrevem.
Sinto muito por você.
Esse site que vc colocou no seu link é um site de pernambuco, nem de Sao Paulo é…
fora que é um Blog, oq incita ser opinião…
aiaiaiaiai
Para que as pessoas possam compreender um pouco sobre o PLC 122/06 que tem tipifica a homofobia como crime. Assim como já é o preconceito de gênero, raca/etnia e intolerancia religiosa.
Não é verdade que o projeto de lei 122/06 interfere na liberdade de cultos ou de religiões.O que o projeto visa coibir são manifestações notadamente discriminatórias, ofensivas ou de desprezo. Particularmente as que incitem a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
Ser homossexual não é crime. E não é distúrbio nem doença, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Portanto, religiões podem manifestar livremente juízos de valor teológicos (como considerar a homossexualidade “pecado”). Mas não podem propagar inverdades científicas, fortalecendo estigmas contra segmentos da população.
Nenhuma pessoa ou instituição está acima da Constituição e do ordenamento legal do Brasil, que veda qualquer tipo de discriminação.
Concessões públicas (como rádios ou TV’s), manifestações públicas ou outros meios não podem ser usados para incitar ódio ou divulgar manifestações discriminatórias – seja contra mulheres, negros, índios, pessoas com deficiência ou homossexuais. A liberdade de culto não pode servir de escudo para ataques a honra ou a dignidade de qualquer pessoa ou grupo social.
A questão é simplesmente como a pessoa passou a informação.
No texto em questão, em nenhum momento existiu incitação à violência visando homossexuais.
No entanto é da Doutrina reliosa tanto presbiterianos quanto católicos o apoio ao sexo após o casamento visando a reprodução.
A partir do momento em que isso não é possivel, o casamento não deveria acontecer. Uma bobagem, para as pessoas que vivem no mundo de hoje e que não são doutrinadas por algumas religiões.
Assim como devemos respeitar a escolha sexual, devemos respeitar a escolha religiosa.
não sou religiosa, não apoio a falta de respeito e o prconceito.
No entanto passar uma informação assim, é ignorância e uma tentativa de crucificar uma entidade estudantil tradicional da cidade de São Paulo.
Ana: gostaria de tentar esclarecer algumas coisas.
Primeiro que quando tratamos de sexualidade, falamos em orientação sexual o que não tem relação a ESCOLHAS. As expressões da sexualidade são construidas historicamente e fazem parte de um contexto maior que também é cultural.
Segundo: O traducional deve SIM ser questionado. não podemos não acostumar com o que esta posto. Isto me faz lembra inclusive um texto do Bertold Brecht
“Nada é impossível de mudar
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar. “
Aqui, no blog, entendemos que ensinar e pregar contra toda forma de reacionarismo é defender a democracia e a liberdade.
Na universidade mackenzie, liberdade de expressão é a liberdade de dizer que a homossexualidade não é pecado.
Já “entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia” é uma forma de hipocrisia.
Hipocrisia “teológica” é dizer: “não, não, os gays são pessoas, eu mesmo tenho amigos gays, mas o homossexualismo é pecado”. O gay e a lésbica (e toda a tribo LGBT) são pessoas com um probleminha diante do Todo-Poderoso: são pecadores. Por causa do Pecado, aconteceram algumas estórias e histórias pesadas: dilúvio, sodoma, gomorra, inquisição, o diabo a quatro (ops! desculpem aí). “Pecado” é mais do que um “valor teológico”, convenhamos.
Para resolver esse palpitante assunto, proponho modificações na Bíblia (isso foi feito várias vezes na história), retirando todas as afirmações misóginas e homofóbicas do texto sagrado — o cristianismo sairá fortalecido, podem ter a certeza, inclusive do ponto de vista doutrinário. Com isso, o Chanceler da dita universidade poderá, enfim, cantarolar do seu púlpito o seguinte valor universal:
qualquer maneira de amor vale a pena /
qualquer maneira de amor vale amar.
Arthur:
Mas uma coisa que tbm me faz refletir é sobre a intolerância religiosa. A luta contra a homofobia e qualquer outra forma de opressão e dominação não pode se dar através das intolerâncias.
somente com a real liberdade o homem e a mulher terá a sua DIGNIDADE e CIDADANIA realmente efetivada!
Após colocar meu queixo no lugar, pelas defesas raivosas à posição da Universidade Presbiteriana Mackenzie e pelos insultos a Ana Paula (que nem conheço, mas me identifico perfeitamente com suas palavras) Ufa! Após tudo isso, sinceramente, devo dizer que estou admirada, terrivelmente admirada e, o pior, não deveria estar, depois do nível da última campanha eleitoral.
Lamento e quero lembrar que, enquanto usam o nome de Deus e de Jesus indiscriminadamente, Eles estão, provavelmente, lamentando terem sido colocados nessa intolerância toda, aliás, mais uma vez. É bom pensar que a Bíblia já foi mesmo, como disse Artur, muito modificada, sem contar as inúmeras traduções sofridas. Interessante que nos livros acadêmicos, todos lembram disso, mas ninguém se situa em relação a Bíblia, resultado: tem gente que lê e não sabe o que está lendo, ou na velha expressão usada aqui: o galo canta e não se sabe onde.
Pra quem não entende as palavras de Ana Paula (creio que entendo, pois me identifico), isso se chama indignação. É bom e necessário se indignar perante as injustiças, hipocrisias, intolerâncias. Deus me livre sim de perder esta capacidade.
Vamos em frente.
Abraços.
Magna
Só não entendi uma coisa: se o chanceler da universidade não acha que existe paralelo entre homofobia e o direito das Igrejas de taxar a homoafetividade de falta de ética, por que a gritaria? Ana Paula tem toda razão: não tem como esse indivíduo negar que quer o direito de ser homofóbico.
A gritaria toda Cynthia é porque a Ana é uma ex-aluna da Makenzie, isso explica o fato da intolerância e do desrespeito as opiniões contrárias a do grupo dela.
Realmente diante do que essas pessoas postaram aqui no blog fica dificil falar em senso crítico e respeito. Mas vindo de alunos e ex-alunos da dita univesidade isso não me surpreende.
Daqui a pouco eles irão falar que o confronto ocorrido na rua Maria Antonia entre os estudantes da Makenzie, que faziam parte do Comando de Caça aos Comunistas, e os estudantes da USP, que faziam parte da resistência contra a ditadura militar, foi um equívoco/delírio meu.
Se essas pessoas tem orgulho da história dessa instituição que nunca nos trouxe nada de bom eu só posso lamentar pela ignorância de tais criaturas…
Estão criando uma tempestade em copo dagua, como sempre faze os gays.
A universidade em questão não esta tendo reação homofóbica nenhuma, apenas se diz contra a Lei que esta tramitando no Congresso.
Mas falar qualquer coisa que não esteja de acordo com os grupos homossexuais já é ser taxado de homofóbico.
PARABENS Mackenzie por se posicionar e defender o que crê. Infelizmente o texto teve que ser retirado do site, porque eles (gays) não podem ouvir um ai contra as suas idéias.
Daqui a pouco seremos obrigados a sermos gays.
Faça-me o favor.
Sem moral, parcial e idiota uma interpretação rude, de quem não lê o texto sob um ponto de vista macro, quando ele no próprio texto, considera os gays como imagem e semelhança de Deus, portando dado sim o devido RESPEITO,
… Não por isso se deva concordar com uma prática específica.
Meu irmão caçula é escolheu ser Gay, somos de familia presbiteriana, isso pra mim é o de menos, sou de Deus, me declaro contrário as práticas do meu amado irmão, isso não impede de eu morar com ele, somente eu e ele em outro estado, longe dos nossos pais. Meu amor pelo meu irmão é incondicional e imutável, mas não é por isso que eu algum dia iria a algum casamento dele com outro homem.
Denis:
Acho inclusive que vc com esse seu pensamento o seu irmão é quem não te convidará para ir a uma cerimônia de união civil.
Mas voltando ao assunto, pois a lei a qual a universidade se coloca contra neste texto é a lei 122/06 que criminaliza a HOMOFOBIA, esta lei assegura a pessoas LGBTT – Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – que não serão discriminadas pelo fato de sua orientação sexual. Isto pq nossa sociedade MACHISTA, SEXISTA, HETERONORMATIVA, E HOMOFOBICA coloca que temos que seguir um padrão que não atenta para as subjetividade dos indivíduos.
E, mesmo discordando que os heterossexuais são oprimidos, acho que na redação da lei poderia incluir os heterossexuais. Apesar de não existir nenhuma morte ou queixa de algum crime cometido somente pq a pessoa vivenciava a “opção sexual do HETEROsexualismo.
Infelizmente ainda necessitamos de medidas para garantir a dignidade das pessoas, mesmo tendo uma das constituições mais progressitas e cidadãs do mundo. E digo que a aprovação do plc 122/06 será uma conquista para toda sociedade, mesmo sabendo que essa lei nao vai garantir o fim dos crimes homofobicos. Pq isto depende ainda de muita construção.
E outra coisa se análisarmos o contexto histórico na qual a Universidade Presbiteriana Mackenzie esta inserida, os seus posicionamentos hegemonicos durante a história, os grupos que tem força dentro da faculdade veremos que esta faculdade já tem um passado, presente e futuro muito distante das lutas sociais. Posicionamentos passados de defesa da ditadura social. E para não me alongar mais. O ESTADO É LAICO E NÃO ACEITAREMOS UM ESTADO TEOCRÁTICO.
HÁ BRAÇOS DE LUTA!
BRUNO RAPCHAELL
Graduando em Serviço Social
Membro do NUDAS – Núcleo Universitário pela Diversidade Afetivo Sexual da UFPB
Respeito ao próximo não significa concordar com suas atitudes, pensamentos e idéias.
Portanto, posso respeitar o homossexual como ser humano e, no entanto, discordar da sua opção sexual, achando ser errado e não somente isso, mais tenho a liberdade dada pela Constituição Federal de expor minhas idéias quanto ao assunto.
A Universidade Presbiteriana Mackenzie na pessoa do seu chanceler Augustus Nicodemus estão de parabéns pela coragem e ousadia em meio a tanta censura!
Rapchaell
Nem acho que seja questão de “Teocracia”.
Eu, por exemplo, não tenho religião nenhuma e me orgulho disso. Mas a questão é: Eu posso, e quero, discordar de atitudes e pensamentos sem ser taxado de criminoso. Pois é isso que esta Lei fará, quem não concordar estará sendo fora da lei, portanto criminoso.
Quanto a ir ou não ao casamento, ou união civil, de pessoas do mesmo sexo tenho a mesma opinião do amigo Denis. Se eu tivesse um irmão gay, eu me sentiria feliz por ele não me convidar para isso, pois assim ele estaria confirmando o respeito que tem por mim.
Tente trocar o termo homossexual pelo termo negro. A lei é bem parecida com a lei do racismo, se ainda assim você achar um absurdooo a lei eu não posso fazer nada.
Tinha pensado a mesmíssima coisa, Ana Paula, mas confesso que desisti de mencionar quando vi a qualidade dos argumentos e daquilo que se concebe como amor incondicional e como respeito.
Não é parecida, porque os proprios homossexuais se orgulham da OPÇÃO e da ESCOLHA que tem. Por mais que sofram preconceitos, é a escolha que fizeram.
Os negros não tiveram escolha, nasceram negros se orgulham de serem negros, por mais que sofram preconceitos não foi uma escolha deles.
Comparação inexistente
agora homofobia,preconceito,discriminação,inscitação a violencia mudou de nome.direito de criticar.todos nós temos direito de discordar,agora querer que as pessoas sejam como os demais,que venha fazer parte de um dogma religioso,com discursos ultrapassados e hipocritas sinceramente ridiculo.
a muito que se mudar em nós seres humanos a luz das escrituras gostaria de entender o porque de tata criticas a gays,como se fora a única ou único comportamento em discusão com dogmas religiosos.
estamso em um estado laico o memso tem o dever de nos garantir respeito e liberdade .expor ideias temos que tomar cuidado com isto somos livres pra isto e esta liberdade esta sendo usada de maneira correta.nossa sociedade não tem maturidade pra isto,caso contrario cada vez que isto acontecesse não teria ataques homofobicos que de certa forma tem inscitação em certas declarações de mau gosto e mau intensionadas.
e outro gostaria de ver o mesmo impenho em textos e dogmas religiosos com as mazelas sofridas pelo povo.
afinal de contas o fato de alguém ser gay não me traz nenhum prejuizo ou problema.
o fato de alguém ser corrupto,bandido,preconceituoso,violento,mentiroso,adultero e poderia listar enorme condutas condenaveis religiosamente mas contra estas coisas de indole ou má indole não se falam porque?falta de moral pra questionar.quero fecahr com isto dizendo que sou gay e também não concordo com modo de vida de muitos heteros metidos a normais e hipocritas,porém os respeito cada um tem la sua maneira de viver.
Exatamente wanderson, o estado é laico e nos dar o direito de expressar nossas idéias desde que de forma respeitosa.
Em nenhum momento o texto da referida universidade faltou com este respeito, ela apenas fez uso do direito de expressar a sua idéia.
Ela não conclamou a sociedade para que se fizesse como Hitler e matasse todos os homossexuais, apenas expressou sua posição em torno desta lei.
Apenas isso, volto a dizer que estão fazendo uma tempestade em copo d’agua.
Como no caso do famoso ator que em entrevista disse que não gostaria que seu filho se tornasse gay, e por apenas dizer isso foi massacrado.
O cara apenas disse o que pensava em torno do seu filho ora bolas.
se vossa senhoria fosse gay,saberia muito bem do que se trata e de como tudo isto de maneira super respitosa interfere em nossas vidas trazendo mais respeitosas atitudes dos hitler na era moderna,cmauflados em belos e suaves discursos.a todo momento são dissiminados ensinos suaves e respitosos como estes que inscitam atitudes masi suaves e respeitosas contra as diferenças,visto os noticiarios,deve ter algum gay em tua familia pergunte a ele.
nao posso esquecer quem em sã consciencia iria querer realmente um filho gay,dois erros primeiro porque não se torna gay,apesar de que nossa sexualidade é construida no entando seguimos nossas tendencias ja muito determinadas em nossa alma.outro ponto diante de tantas barbaries e discriminação ser gay é ser lutador,sofredor bem longe do que o nome americanizado sujere,feliz.
ora bolas nos coloquemos um minuto só no lugar do outro.