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Paul morreu

8 comentários

Paul morreu (aqui).

Paul Maccartney?

Não, Paul, o Polvo.

Um minuto de silêncio em honra desse personagem tão ativo no blog durante as semanas da Copa.

O polvo Paul, famoso pelos palpites certeiros distribuídos ao longo da Copa do Mundo de 2010, morreu nesta terça-feira. O cefalópode estava “aposentado” das funções desde o Mundial, e teve sua morte anunciada pelos funcionários do aquário onde vivia, na cidade alemã de Oberhausen.

“A administração e a equipe do Oberhausen Sea Life Center ficaram arrasadas ao descobrir que o polvo Paul, que alcançou a fama mundial durante a última Copa do Mundo, morreu na última noite”, afirmou o estabelecimento em comunicado oficial.

Durante a Copa, Paul foi testado como “oráculo” para apontar resultados de jogos. Em suas previsões, recebia em seu aquário duas caixas de comida, contendo bandeiras de países de se confrontariam.

Curiosamente, Paul acertou o vencedor das oito partidas em que foi colocado à prova: Alemanha x Austrália, Alemanha x Sérvia, Gana x Alemanha, Alemanha x Inglaterra, Argentina x Alemanha, Alemanha x Espanha, Uruguai x Alemanha e Holanda x Espanha. Entre os acertos, estavam as derrotas alemãs para sérvios e espanhóis.

Nascido por volta de janeiro de 2008, Paul teria dado seus primeiros palpites na Eurocopa do mesmo ano. Esperava-se que o animal não vivesse até a próxima edição do torneio europeu.

Com fama mundial, Paul teve sua “nacionalidade” disputada por ingleses e italianos. A Inglaterra inclusive nomeou o molusco como um dos embaixadores de sua candidatura a sede da Copa do Mundo de 2018.

Torcedor
  1. Lamento sua morte. O maior sonho de Paul era ver a derrota de Serra, o canddato antipolvo. Sabe-se que Serra jantava polvo miúdo no jantar e colocava polvilho no sovaco (haha!).

  2. E dava biscoito de polvilho para as crianças comerem. Isso tudo deixava Paul em polvorosa.

    O cefalópode implorou para que o deixassem escolher entre Serra e Dilma. Há rumores até de que a disputa fora realizada em seu aquário. A Veja e a Globo, no entanto, teriam vetado a divulgação das imagens. Desiludido, Paul mergulhou em depressão e morreu.

  3. Uma notícia triste: a morte do polvo Paul.
    Uma notícia feliz: a morte de Romeu Tuma, espero que dessa vez a imprensa não desminta nada =)

    • Na dúvida, é melhor enterrar logo.

      • E rápido, antes que renasça, novamente.

      • Transcrevo a “homenagem” a Tuma, referida por Ana — não era da estirpe de um Paul, muito pelo contrário:

        “Romeu Tuma faleceu no conforto do Hospital Sírio-Libanês, como senador da República e com poder político (ainda que declinante), enquanto muitos opositores da ditadura militar, que ele defendeu, amargaram a escuridão das celas e o desaparecimento. Manteve cativa uma legião de fãs, parte dela saudosa de uma época em que a liberdade tinha que prestar continência para poder passar. E plantou sementes que se mantiveram após a redemocratização, pois o Brasil segue vasto em terreno fértil para intolerância.

        Respeito o sofrimento de sua família. Mas todos – políticos, jornalistas, cientistas sociais – os que foram críticos a ele em vida não podem se atirar na estúpida condescendência para com os mortos, seja atrás de sua herança eleitoral, seja em nome de uma demagogia barata ou do apaziguamento tupiniquim. Não nos esqueçamos que ele dirigiu o Departamento de Ordem Política e Social (Dops) durante a ditadura, instituição que moeu gente contrária aos verde-oliva e ao “Ame-o ou Deixe-o” dos anos de chumbo. Isso só para citar um ponto de sua controversa biografia, agora incensada.

        Lembrar é fundamental para que não deixemos certas coisas acontecerem novamente. Que a história do delegado/senador seja contada e comentada como ela realmente foi, sem os retoques bonitos dos discursos políticos que começaram a florescer na tarde desta terça.

        PS: Ao menos, Tuma era um rosto conhecido, público. Quantos outros delegados de órgãos de repressão da ditadura, sem contar torturadores, seguem anônimos, protegidos pela Lei da Anistia?”

  4. Vi hoje no twitter via @mucaoaovivo “Entre as mortes de Saulo de Passione, Romeu Tuma e Nestor Kirchner, a do polvo Paul foi a mais sentida pelos brasileiros.”
    Mais uma vez Paul sendo homenageado. Viva Paul!

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