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1 comentário

Descobri que Dilma esconde dinheiro embaixo do colchão — 113 mil para ser exato. Descubro que não é um ato incomum, afinal, Orestes Quércia (R$ 1,2 milhão),  Aloysio Nunes Ferreira (R$ 50 mil) e Joaquim Roriz (R$ 160 mil) guardavam grana desse jeito. Não sei o que comentar. Fico calado. Será difícil argumentar com um serrista; afinal, Serra dorme no chão.


Curioso, Serra registrou um discurso antigo como um programa eleitoral. Não dá a mínima a programa, ideia, esses babados. Já Dilma, cheia de dúvidas, trocou seu programa por um outro, menos radical (se é que é possível a existência de um programa radical petista). No fundo, programa não vale nada. É pior do que embrulho.


Caso de estupro. Envolvido: o filho de 14 anos de Sérgio Sirotsky, diretor do Grupo RBS de comunicação em Santa Catarina (controla 46 emissoras de televisão e rádio e oito jornais diários no Sul do país) e mais dois colegas da mesma idade. A família Sirotsky confia nas autoridades policiais. O delegado Nivaldo Rodrigues, diretor da Polícia Civil de Florianópolis, diz:

“Eu não posso dizer que houve estupro. Houve conjunção carnal. Houve o ato. Agora, se foi consentido ou não, se foi na marra, ou não, eu não posso fazer esse comentário, porque eu não estava presente”.

Pelo que entendi do “eu não estava presente”, só se caracteriza estupro quando ocorre na presença de um delegado. Como o fato é raríssimo e, quando ocorre, é muito suspeito, deduzo que estupro não existe ou não tem possibilidade  de existir.

Enfim, com o inquérito concluído, o delegado informa que “o caso investigado é de estupro”. Mesmo sendo assim, ainda especula:

“Amizade, se encontraram, resolveram fazer uma festa. Se foi na marra, não sei”.

Não sendo na “marra”, estupro não é estupro, e sim amizade com uma vadia de 13 anos que fez conjunção carnal, em grupo, com meninos probos e de famílias nobres. O delegado tem concepções claras de “amizade” e de “na marra”. E gosta de mostrá-las em público.

E o machismo continua a fazer suas vítimas.


Presos políticos começam a ser libertados em Cuba. É a prova cabal de que Cuba é uma democracia? E existiam presos políticos em Cuba? Mas tem um fato que humilha os estalinistas tropicais (castristas): a libertação foi mediada pela Igreja Católica. É uma vergonha. No fundo, é uma prova de que tais presos eram espiões, seja da CIA, seja do Vaticano.


Frase de Xico Sá:

Os espanhóis têm um futebol de preliminares, mas que beira amor platônico, toca, toca e pouco penetra, para ficarmos nas analogias de um fã do doutor Sigmund.

Ainda segundo Xico Sá, a melhor cena da copa foi “Puyol só de toalha diante de La Reina de España”. Libertinagem pura. Não é a Espanha católica que conhecemos.

Hoje, torcerei pela Espanha. A Holanda, na figura dungal de Bert van Marwijk, é um traidor da pátria de Johan Cruyff e de Marinus Jacobus Hendricus “Rinus” Michels. Não suportaria escutar Dunga dizendo que os laranjas ganharam porque jogam como o… Brasil. Além do mais, torcer pela Espanha é torcer pela Holanda, pois o jogo espanhol é herança do Barça, feudo holandês.

O Barcelona mistura Holanda e Brasil:  Cruyff, Van Gaal, Reizeger, Koeman, De Boer. Bogarde; Van Bommel, Cruyjff, Von Bronckhorst, Kluivert, etc e tal, + Evaristo de Macedo, Romário, Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho, Giovanni, Rivaldo, e por aí vai.

Junte tudo isso — dança em rodas, mesas circulares, onde tudo se celebra, samba e carnaval — à cultura catalã e teremos o culto à beleza no futebol.

Mas minha torcida é respeitosa, sem muita fúria, pois sempre achei os holandeses mais merecedores, historicamente, de uma copa do que ingleses e franceses, por exemplo.

DimasLins
  1. Pois é, e deu Fúria… crau!

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