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Ela, menina.

6 comentários

Rapaz…

VanVan, o cientista cearense, manda simplesmente Scarlett aos… nove anos de idade! É um provocador. Sade, é seu verdadeiro nome!

Bem… er… sim, não, mas sim, mas não, nem isso. _Eu não sou padre! Grito, de repente, sem motivo aparente. Meto a cabeça na parede e paro de pensar, o que foi fácil, pois minha cabeça está vazia. Aliás, sempre esteve. Há um vazio no meu lobo frontal. Já meu complexo reptiliano… Meto novamente minha cabeça na parede. Um fio de sangue desce da têmpora. Esmurro meu olho esquerdo, o mais safado e incontrolável — o direito é nitidamente carola. Vejo estrelas, talvez, galáxias. Ah, que bela dor de cabeça! Pronto, agora posso assistir ao vídeo.

Imagem de Amostra do You Tube

Saio desembestado, aos urros,  pelas ruas escuras de Recife. Escuto o que grito e, o que grito, é muito esquisito:

_A perna cabeluda! Cadê a perna cabeluda?!

DimasLins
  1. Sacanagem! Indecência! A que ponto chegamos.

    Tem mais algum? (eheheh).

  2. Concordo! É preciso limites, nem que seja a base de medicamentos.
    Mas não precisa ser já, né?…
    Aliás, de que falamos mesmo?…
    Hã?… Assobio e passo sem nada entender. Afinal, não entendo mesmo hehehe

  3. Isso mesmo, a que ponto chegaram!

    E, Artur, você só escapou de ser defenestrado da banca porque eu só soube agora. Coisa feia! Mas adoramos seus comentários – alguns deles, vou pegar pra mim. Obrigada!

  4. Artur, virar lobisomem só vai piorar as coisas.

  5. O que é isso? Agora até vídeo dela criança vocês acham… Absurdo, absurdo. Nunca pensei que vocês chegariam a esse ponto…

  6. É a formação católica que faz isso, deixa os homens assim, com uns comportamentos estranhos. Tive minha primeira infância num colégio de freiras. Freiras conservadoras, de direita, que apoiavam a ditadura. No primeiro primário, me apaixonei perdidamente por uma colega de classe. E fui repreendido pela freira. Vejam bem, eu não encostei um dedo na menina. Apenas comentei com um amigo, como um segredo de amigos. Claro que o segredo rapidamente ganhou amplo conhecimento de toda a classe. Daí fui convocado pela freira e tomei um sermão. Como não ficar obsecado pela idéia do sexo, pelo resto dos seus anos? É assim que se formam os pervertidos, os maníacos, os tarados.
    Aquele acontecimento me fez entender porque a literatura do século XVII – entre outros momentos – gostava tanto de misturar freiras com sexo. Na verdade, concluí daquele experiência que freira leva a sexo. Basta uma freira pegar no colo uma criança de 6 meses que ela já começa a pensar em sexo.
    Temos, portanto, que entender o comportamento de Artur à luz de sua formação católica.

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