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Dunguismo: doença infantil do esquerdismo
Dá um desânimo, a esquerda brasileira. Agora, inventou de eleger Dunga seu mais novo herói. É de lascar. Dunga é, nesse instante, tão querido quanto o Che, embora o slogan tenha mudado um pouco:
Há que vencer, mas que se lasque a ternura!
Dunga bateu de frente com a Globo. Pronto! Temos um herói pronto para a esquerda. Logo, Dunga, meus ais, o cara mais autoritário da paróquia, esse jeito Ahmadinejad de ser. A transformação de um imbecil num herói, eis a revolução esquerdista. Sabem qual é o problema da esquerda? O free em comum entre Dunga e a esquerda? O ressentimento…

















Dunga? PQP!
E eu pensava que festivo/burro era um tipo em extinção.
Será que vão abrir uma vaga na galeria para o bispo Mecedo? Afinal de contas ele briga com a Globo há mais tempo do que o anão.
Mesmo holograma, perplexo como a leitura das massas sobre Dunga. Virou um herói, modelo, guia, ícone de sei-lá-o-quê pra esse país, basta ver os absurdos que escreveram nos comentários sobre o vídeo no YouTube da refrega com Escobar,
http://www.youtube.com/watch?v=uqw2WyK62ww
É pesado o potencial autoritário que paira no ar…
Não sei a razão da surpresa. A máxima “O inimigo do meu inimigo é meu amigo”, em geral uma imensa imbecilidade, tem larga aplicação em alguns setores mais radicais. Basta prestar atenção. Vai do Dunga até aspectos de política externa.