Gosto das duas, mas fiquei meio reticente com essa versão.
Passou-me a impressão de “olha como somos diferentes, ousadas e criativas”, embora, musicalmente, tenha ficado bem quadradinha.
No popular – ficou cabeçona.
As duas parecem estar se divertindo muito, mas isso não passou para a música.
Sinceramente, escuto Bjork, mas não curto muito; ao contrário da Harvey, pela qual nutro uma paixão recolhida (não sei o que seja uma “paixão recolhida”). Achei curioso o vídeo, as duas cantando juntas… E Harvey está novinha, com um cabelo diferente, um olhar meigo, uma boca cálida (pois é, meus interesses são simples). Findou sendo uma versão quase capela de Satisfaction.
Já que estamos falando de cantoras, você conhece Aimeé Mann?
Eu a cohecia da trilha de “Magnólia”.
Depois li uma entrevista do diretor dizendo que o disco “Bachelor nº 2 – or the last remains of the dodo” (tem um desenho do bicho na capa) o inspirou a fazer o filme.
Catei o disco na Cultura e escuto sem parar há dois meses.
É uma loira de 49 anos, bonita, largadona e eu……. bom, deixa pra lá (eheheh)
Neste extao momento estou a escutar…..
Foi paixão à primeira audição.
Na verdade, eu vi o filme, li a historinha que contei no meu post anterior e, quase por acaso, fuçando lá na cultura, encontrei o CD. Escutei trechos das faixas naqueles fones, relembrei algumas e… pimba, levei a galega pra casa…
Um dos poucos CDs, pelo menos nos últimos, que não consegui descartar nenhuma música.
As melodias são sensacionais e os arranjos muito bem construídos.
Bom, talvez você não ache isso tudo, pois a papixonite é toda minha, mas…..
Outrossim,*a foto dela na contracapa, com os cabelos meio que encobrindo o rosto, camisetinha verde sem sutiã, calça marron de cintura baixa, deixando entrever nesgas de pele alva….. acho que vou ali e já volto (eheheh).
*outrossim é o cacete, disse o grande Graciliano Ramos, que odiava a palavra. Mas resolvi usar assim mesmo.
Gosto das duas, mas fiquei meio reticente com essa versão.
Passou-me a impressão de “olha como somos diferentes, ousadas e criativas”, embora, musicalmente, tenha ficado bem quadradinha.
No popular – ficou cabeçona.
As duas parecem estar se divertindo muito, mas isso não passou para a música.
Acho a cover do Devo bem mais interessante.
Concordo contigo.
Sinceramente, escuto Bjork, mas não curto muito; ao contrário da Harvey, pela qual nutro uma paixão recolhida (não sei o que seja uma “paixão recolhida”). Achei curioso o vídeo, as duas cantando juntas… E Harvey está novinha, com um cabelo diferente, um olhar meigo, uma boca cálida (pois é, meus interesses são simples). Findou sendo uma versão quase capela de Satisfaction.
PJ é gata.
Já a Bjork, tem um rostinho de boneca e um corpo que, de tão decadente, seria aplaudido pelos unibambis.
Quanto ao trabalho das duas, també prefiro a PJharvey.
Bjork, às vezes, me soa meio pretensiosa.
Já que estamos falando de cantoras, você conhece Aimeé Mann?
Eu a cohecia da trilha de “Magnólia”.
Depois li uma entrevista do diretor dizendo que o disco “Bachelor nº 2 – or the last remains of the dodo” (tem um desenho do bicho na capa) o inspirou a fazer o filme.
Catei o disco na Cultura e escuto sem parar há dois meses.
É uma loira de 49 anos, bonita, largadona e eu……. bom, deixa pra lá (eheheh)
Não, não conheço. Vou procurar!
Cacetada, a moça tem uma bela voz!
Neste extao momento estou a escutar…..
Foi paixão à primeira audição.
Na verdade, eu vi o filme, li a historinha que contei no meu post anterior e, quase por acaso, fuçando lá na cultura, encontrei o CD. Escutei trechos das faixas naqueles fones, relembrei algumas e… pimba, levei a galega pra casa…
Um dos poucos CDs, pelo menos nos últimos, que não consegui descartar nenhuma música.
As melodias são sensacionais e os arranjos muito bem construídos.
Bom, talvez você não ache isso tudo, pois a papixonite é toda minha, mas…..
Outrossim,*a foto dela na contracapa, com os cabelos meio que encobrindo o rosto, camisetinha verde sem sutiã, calça marron de cintura baixa, deixando entrever nesgas de pele alva….. acho que vou ali e já volto (eheheh).
*outrossim é o cacete, disse o grande Graciliano Ramos, que odiava a palavra. Mas resolvi usar assim mesmo.
Neste exato momento… (meu teclado tá uma M……).
Broder:
paixão recolhida é tesão no frio…
Duas belezas cantando de um jeito tão simpático e vocês aí cheios de ti-ti-ti.
Que coisa…
É verdade. Sinto-me, agora, envergonhado. Não sei mais o que dizer… ti-ti-ti?!