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Uma nova forma de ioga…
Há pesquisas, baseadas em mensurações extremamente sofisticadas, que mostram a correlação entre o “empoderamento” de gênero e a yoga. Há, inclusive, toda uma prática discursiva mostrando, de forma cabal, que atingir o mocsa é uma questão de gênero. Entretanto, o grande J. B. Barnes, no seu estudo magistral, publicado pela Editora Universitária da UFPB, mostrou que a ioga está além e aquém do gênero (BARNES, J.B. — Ioga é um valor universal: para além e aquém do gênero). Sendo um valor universal, o monopólio feminino da ioga seria, assim, um dispositivo de poder utilizado contra os modelos de vida masculinos. Na verdade, Barnes insinuou que existe — além da bacti-ioga (na devoção), a carma-ioga (no trabalho), a adiana-ioga (na meditação), a hata-ioga (nas posturas e exercícios respiratórios) e a japa-ioga (na disciplina) — o bebum-ioga, uma forma masculina típica de fazer ioga.
Vejam as fotos abaixo e reparem no paradigma masculino de fazer ioga:



























Artur isso foi coisa sua, não foi?!
Muito engraçado, mas creio que os bebum vão reclamar…
Interessante, bem interessante. Inclusive, eu ousaria dizer que as imagens comprovam a pesquisa que tem um fundo pra lá de científico. hehehehe
Beijos.
Excelente.
Artur, Maravilha!!!! Os homens se lenharam nessa! Conheço muitas mulheres que não ficam atrás, não. Aqui no Rio Vermelho, onde moro, tem uma bebum de nome Pombinha…..ganha para muitos homens, visse!!!! Copiei e enviei para todos meus amigos. Com os devidos créditos, claro. Bjs
Pois é justamente essa modalidade que mais intensamente consegue nos fazer atingir aquilo que preconiza a ioga, o esvaziamento da mente, o desprendimento das idéias e a elevação da alma a patamares para além do corpo. Ferpeitamente!…
Artur, eu estava equivocada!!! Os homens estão adorando… Fernando está aqui para não me deixar mentir.
Fernando é um especialista da ioga. Já fez ioga até com Pitu, o que foi um baita desafio de meditação transcendental.
É bom lembrar que na ocasião eu tinha a agradável companhia do autor do blog (na versão filho). E vamos dizer que o cara leva jeito para a coisa. Rolou até uma dança libidinosa com uma coluna de sustentação do prédio onde estávamos.
Pelo menos, nao fui eu que dancei com uma porta…
Uma porta tem muito mais razão de ser. Pelo menos ela se move, sobre um eixo e parcialmente mas se move.
Meninos vocês estão se entregando muito… Tudo culpa de Artur que foi entregar Fernando. Nunca imaginei que um professor tão respeitável fosse dançar com uma coluna (rs). Mas, cá entre nós, a vida sem esses fatos não teria a mínima graça!!!
Vivendo e aprendendo.
Sempre achei que uma coisa que não iria me interessar nunca era ioga. E descubro depois de velho que pratico a dita cuja desde a adolescência.
Dança libidinosa? Xi…
Sim, quase rolou sexo com a coluna. (aqui entre nós, a coluna até que era bem ajeitadinha…).
Ioga com Pitu? Iniciei essa prática aos 15 anos.
Passei também pela meditação com Fogo Paulista e conhaque de alcatrão.
Hoje, com meu fígado e as articulações caminhando para o entrevamento, tenho que me contentar com uma cervejinha aqui, um vinhozinho ali…..Foi-se o tempo da ioga etílica.
Justamente, o problema da ioga etílica é o tempo, que não poupa nem os belos, como dizia minha avó, muito menos a ioga.
Uma amiga minha diz que faz ioga power, alguma coisa do gênero. Eu não acredito em mais nada, por isso fico calado diante dessa novidade. De todo modo, suspeito que seja a ioga etílica com Fogo Paulista ou com Conhaque de alcatrão, numa linguagem eufemística. Essa hipótese entraria em contradição com a divisão de gênero colocada acima no texto. Ou, então, seria um subtipo de gênero: a ioga etílica feminina seria a ioga power!
A seita das “Adoradoras do Pau-do-Índio” é composta por várias praticantes dessa modalidade feminina da Ioga.