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A foto

4 comentários

Bomba, bomba!,  o Psiquiatra de Intermares acabou de enviar a foto da índia paraguaia, Cunhapora, vítima das traquinagens de Lugo. Disse-me que ela fugiu dos instintos de vida do dito presidente, refugiando-se em Bel-O-Kan. Pensava que o Reverendo era inofensivo e que a acolheria sem segundas intenções. Qual o quê! Não sabia a coitada que Lugo era amigo de Tsé-Tsé e, muito menos, que as segundas intenções são dogmas na “Fundação Crescei e Multiplicai-vos”, aquela mesmo que, segundo a Veja, é financiada pelo Foro de São Paulo.

A coitada fugiu, novamente, depois que o Reverendo pediu-lhe para rezar uns arrières-pensées,  e parou em Intermares. Vagava, assim, perdida nas imediações do bar do Surfista. Foi quando o Psiquiatra, do alto de sua prancha — sim, ele surfa — e de uma onda de 10metros, viu a índia. Caiu imediatemente da prancha e, com a queda, ficou com um torcicolo de lascar. Avisou VanVan, o cientista cearense, que caçou duas tartarugas de Intermares, foi preso pelo Ibama, mas conseguiu, ainda, passar a carne e os cascos ao Psiquiatra. Gentilmente, o especialista da alma humana ofereceu a Cunhapora uma sopa de tartaruga; depois,  falou com uns pacientes e lhe arranjou um emprego na AMI (Associação dos Amigos de Intermares). Nesse momento, a índia assessora, também, as antropólogas de Rio Tinto. Até tentou explicar que não existe mais índio em Rio Tinto e Mamanguape, mas isso é outra história…

Eis a foto…

india

Torcedor
  1. Seguindo a parábola, esse Lugo sabe mesmo espalhar a semente…

  2. UMA VERDADE INCOVENIENTE:

    o pobre od cientista VanVan tá quieto em seu intermariano bangalô de bambus, bedendo Smirnoff Ice e corrigindo, em pleno domingo, uma montanha de provas científicas de seus alunos futuros cientistas.

    Súbito é abduzido por um estridente mais apaixonante grito de socorro:
    _ Soooocooooooooorroooooo!

    Com sotoque indefinido, a arrebatadora súplica o levou a agir.
    Algo suplicantemente cearense no fundo de sua alma lhe disse: caçe tartarugas, salve-a!

    É preciso dizer, que a essa hora do dia não há ondas na praia do Macaco e o surf, sobretudo com ondas de dez(?!) mestro é impossível, como também o fato de psiquiatras surfarem, uma inconciliável mediação ontológica.

    Éram apenas ele (VanVan) e a frágil e moribunda Puchaparrontas.
    Esse era o verdadeiro nome, balbuciado com extrema dificuldade por seus carnudos lábios de silicone industrial – aplicados sem anestesia por seu algoz Tsé-Tsé, única parte de seu corpo que ainda não havia definhado frente a desidratação. A bichinha!…

    No momento, EM QUE ESTAVAMOS SOZINHOS NA PRAIA (sem nenhum psiquiatra por perto), me dividi entre a necessidade de nutri-la com as ancestrais receitas nativas de proteinas queloides de tartaruga ou simplesmente começar ali mesmo um torrido romance interracial (que certamente as antropólogas e sociólogas espano-recife-fortalezenses-rio tintenses) condenariam pelo pequeno detalhe, como afirmam, de que não existe… “raças”!?

    Na verdade o cientista se permitiu apenas salvá-la pelo ato de amor carnal, pois que não era necessário caçar tartaruga nenhuma, pois o freezer tava lotado de um lote de carne destinado ao contrabandista de filé de pato silvestre do Bessa (vulgo, homem-pato da padaria)

    Reza a lenda e que VanVan abandonou a ciência pelas lides domésticas e abriu um restaurante de tartaruga natural e teve pencas de filhos com Puchaparrontas, que após seu casamento nos ritos tradicionais guardados pela AMI, fôra estudado com competência pelas antropólogas e sociólogas do LERAS-UFPB (Laboratorio de Estudos das Relações Alieno-Sexuais da UFPB).

  3. Irmão Não sei Quem: Parece que, agora, tudo de ruim que acontece com a humanidade é culpa deste humilde Sacerdote do Bem. Mandei examinar a foto da índia do PsInt. Trata-se, com toda a evidência, de uma boneca de borracha, dessas que, segundo dizem, os Sexshops vendem para tarados. Não sei pra fazer o quê. Mas, tratadando-se do PsInt de Intermares, tudo é possível. Ele devia era se perguntar por que está gastando sua vida em me perseguir. Eu, que nem conheço Intermares, tomei uma caneca de chá de folhas do mangue e fui dormir em paz. O PsInt continua proibido de entrar na Comunidade. Enfim, jogamos a “boneca” no Capibaribe e ela saiu boiando até um siri dar uma furada na bicha. Afundou todinha. Minha bênção atônita por tal agressão gatuita.

  4. Como sempre, o reverendo tem razão.

    E ainda por cima, a boneca é burronegra, um indicativo da má qualidade do produto – em que pese, mmm…, a comissão de frente bem “desenhada”.

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