Música de final de feriado
Bem, pesquisei sobre o que era “White Hinterland” (se era uma banda, sei lá) e descobri que é um projeto de uma cantora americana de 22 anos, Casey Dienel. Cantando, parece Regina Spektor, entre jazz et folk.
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Seu primeiro álbum é o Wind-Up Canary, que eu não conhecia, mas parece bem interessante. Abaixo, duas músicas do álbum “Phylactery Factory” do White Hinterland (seja lá o que for…):
The Destruction of the Art Deco House
Hometown Hooray
 Aà vão alguns comentários sobre o disco, pescados no site E-Music:
The delicate sound of plunder.
Destruction reigns on Phylactery Factory, from the crumbling art deco house that opens the album to the beached whale slowly rotting away at its center. The first album from White Hinterland - a group helmed and directed by Boston singer/songwriter Casey Dienel - Factory is one big obituary, a testament to a world where all that glitters is probably decaying from the inside.
You’d never know it from just a casual listen. Casey Dienel sings with a kind of Baroque relish, rolling and hiccupping phrases, making each line as deliberately sculpted and richly embellished as a white marble balustrade. It’s tempting to compare her fluttering delivery to Nellie McKay’s, but Dienel isn’t nearly as whimsical or aloof or sarcastic. Instead, her songs are straight darkness - a long black night at the jazz club Ozymandius. “Hometown Hooray” may open like a trolley ride into the Land of Make-Believe, with glittering vibraphone and two-step piano, but give Dienel just two minutes and the song becomes a grim lullaby for a slain soldier who died for no good reason. “Dreaming of Plum Trees,” a breathless jazz vamp built around a tumbling keyboard phrase, introduces a barefoot little girl only to have her slice her foot open on a chunk of glass halfway through.
All of this bleeding and rotting and dying sounds like a drag, but in reality it’s a large part of what makes Phylactery Factory so thoroughly riveting. Dienel is obsessed with exploring the ways beautiful things go bad; that she wraps these considerations inside whirligig piano-pop is a kind of further Statement Of Theme - big doom wrapped in glimmering packages. Phylactery Factory is the loveliest funeral you’ve ever attended
21 de abril de 2008, Ã s 19:52h
Isso, posta bastante coisa que é pra ver se aquela foto nojenta da barata some da página. Que nojo! O pior é que tinha acabado de jantar quando vi aquilo. Não dá nem para comentar no próprio post… Mas o texto é ótimo!
21 de abril de 2008, Ã s 20:39h
“bleeding and rotting and dying…”
música pra se matar no fim do feriado ne(piadinha, na verdade gostei do som), falando em se matar, você foi no show da céu no fenart? foi legal mas prefiro escuta-la em casa…
e fico te devendo os links dos vÃdeos que te falei
21 de abril de 2008, Ã s 20:41h
Entendo agora por que ninguém comentou aquele post… Mas queria mostrar a dimensão do baratossauro que atacou a aluna e o coitado aqui. Juro que suas antenas tinham uns dois metros. E tinha dentes… Sim, o baratossauro tinha dentes enormes!
21 de abril de 2008, Ã s 20:46h
Eita, Lorena, tô no Recife e, por isso, não fui ao show de Céu. Certamente, verei a programação e darei um pulo por lá; aliás, fui na abertura e não gostei muito. Enfim, fiquei trabalhando e corrigindo, aqui em casa, os trabalhos de vocês, suas pestes (hehe)!
21 de abril de 2008, Ã s 20:53h
já da abertura eu gostei, mas enfim
corrija mesmo que eu quero minha notinha amanhã! haha
tou brincando, take your time
23 de abril de 2008, Ã s 20:36h
Poxa, nem vi o ‘baratossauro’, vou lá pra conferir o texto, sobre a loirinha “Casey Dienel” boa sorte pra ela !!!!!
Abraços “Perrusi” e pra vc tb “cynthia”
23 de abril de 2008, Ã s 20:53h
… A segunda música ‘Hometown Hooray’ lembra muito algumas canções estilo ‘bossa nova’ de João Gilberto !!!!