Acompanhe o RSS: Artigos | Comentários | Email

A Saga dos Perrusi

6 comentários

origem.gif De repente, pensei num fato inquietante: o Blog é dos Perrusi, mas nunca se esclareceu a origem de tão soberbo nome. Os milhões de leitores, que aparecem por aqui, talvez se indaguem donde vieram e quem são, afinal, os Perrusi. Alguns, inclusive, questionam até mesmo a propalada origem nobre de nossa linhagem, o que, evidentemente, é um absurdo, fruto da inveja e do sectarismo. Por coincidência ou não, os céticos são pequeno-burgueses em plena fase de mimetismo, cuja mira compulsiva é a ascensão social, através de doutoramentos na universidade pública. Assim, por uma questão de justiça e de esclarecimento, decidi revelar que a nossa origem não se deu por acaso, como um cogumelo em dia de chuva, e sim por uma necessária lei do Destino. Talvez, o que lhes relatarei explique por que nasci no Recife e não em Nova York ou, ainda, como descendente de escravos em Ipojuca. Aqui vai, dessa forma, alguns extratos do diário secreto de Perrusi Pai sobre os nossos começos. É uma narrativa pessoal, quase dramática, dada a epopéia de nossa cepa.

 Por Perrusi Pai (e, por que não, algumas reinterpretações de Perrusi Filho):

Minha família é antiga. Talvez, a distinção maior de uma estirpe seja a sua longevidade. Como já dizia o nosso brasão: “Primeiro o Tempo, depois a Honra “. O tempo é o inimigo da nobreza, porque aliado favorito do esquecimento e do… dinheiro; assim, foi o martelar constante do tempo que carcomeu qualquer veleidade de fidalguia, e o nosso brasão findou com os seguintes dizeres: “Primeiro o Dinheiro, depois o Tempo e, quem sabe, a Honra”. Levou-se tal pragmatismo ao apogeu na época da famosa companhia napolitana dos Peruzzi, no século XIV. Os Peruzzi eram ricos banqueiros italianos e financiavam de tudo, desde cruzadas à busca do Graal. Contudo, o conturbado século XIV não era um dos mais propícios ou seguros para uma vida calma e financeira de burguês. É certo que os nossos antepassados não perdiam tempo, mas não ganhavam sempre. Não causa surpresa, assim, a descrição do cronista florentino Giovanni Villani, cuja ênfase recai na fragilidade das sociedades financeiras da época e sua interdependência com as vicissitudes políticas e militares:

No dito ano de 1345, no mês de janeiro, faliram aqueles da companhia Peruzzi, que haviam sidos os mais ricos mercadores e banqueiros da Itália. E a causa fora os investimentos de risco nas empreitadas do rei Eduardo III, da Inglaterra, e do rei da Sicília. Os Peruzzis se viram, desse modo, credores do rei inglês, cuja dívida era de 900 000 florins de ouro, que não tinha condições de pagar tal quantia por causa da sua guerra contra os franceses. O risco então se transformou em ruína… e esta em desgraça” (Traduzido do latim de Giovanni Villani, Cronica, éd. L.A. Muratori, Rerum Italicarum Scriptores, XIII, col. 934-935)

As conseqüências da ruína foram terríveis para a minha família, a começar pelo desaparecimento de todo registro histórico acerca de sua passagem pelos séculos vindouros. Somente vamos encontrá-los, muito tempo depois, no período em que os nacionalismos estavam encruados na Europa, e explodiam, aqui e ali, as unificações de nações desmembradas como, por exemplo, a alemã e a italiana, embora deva, no meu caso, mais a Garibaldi do que a Bismarck.

(Se meu pai deve alguma coisa a Garibaldi, eu devo, por minha vez, muito mais ao Marechal Deodoro da Fonseca do que a esses outros personagens históricos; afinal, nasci no dia da proclamação da República — 15/11).

A cronologia retoma, pois, a partir do meu avó paterno que já se esquecera completamente dos tempos heróicos dos Peruzzi. Ele era um jovem e esbelto camponês napolitano, que vivia, por certo, como nos filmes do Art Palácio, a solfejar cançonetas, pensar no amor e a comer macarronadas, à espera das suecas que acudiriam à península nos meados do século passado. Além disso, como bom camponês, pensava muito na vida aventurosa de Garibaldi e de todos os condottieri italianos, afora, é claro, uma certa inveja recalcada pelos sócios de Camorra.

Um dia, em virtude talvez de sua fértil imaginação ou, quem sabe, por se desesperar pelo atraso das suecas, mas sobretudo, segundo creio, pela crise econômica européia grassando naquela época, resolveu migrar, realizando assim o sonho americano de quase todos os europeus desempregados. O problema, porém, não era fácil, pois casara recentemente e já estava com um filho engordando por entre os montes e planícies da Campania. Pior ainda: com o olhar tresloucado de lirismo, via a sua outra paixão, a plantação de macarrão, apresentando os primeiros sinais para a colheita. Era uma beleza olhar aquela vasta planície, onde o vento batia de frente nos spaghettis, nos capellinis e nos enormes vermicellonis.

Além disso, sua fidelidade a Dom Giorggio, grande proprietário rural, a quem sua família servia desde o desastre financeiro dos Peruzzi, embotava-lhe a consciência. Na verdade, descendia desta ilustre família dos finais da Idade Média, através de um bastardo, filho de uma PERUZZI e do Cardeal MALASSO, razão mais do que clara para o seu nome se tornar PERRUSSO. O famoso Cardeal Malasso tinha o costume de escutar as confissões de virgens púberes, sua especialidade, na calada da noite. Dizem que a coitada da Peruzzi ainda tentou alegar que estava grávida do Santo Ofício, mas ninguém acreditou, evidentemente.

Parecia, assim, difícil ao jovem Felice abandonar toda a preguiçosa vida debaixo daquele sol, renunciar aos montes de feno, dentro dos quais brincava de amarelinha com suas antigas colegas de escola provincial – longe, é claro, das vistas da jovem esposa – esquecer as missas cantadas e recantadas na feia capela de estilo espanhol renascentista e, principalmente, das lendas sobre o idolatrado herói Garibaldi. E, contudo, precisava, sentia a necessidade de migrar, percorrer outros mundos, sentir-se mais livre, navegar ao vento, pegar as estrelas desconhecidas, pisar descalço outros pedaços de terra, entregar o coração a outras paisagens e a outros montes de feno, saudade do infinito que ainda não pudera experimentar.

Sim, tinha que partir, e partiu. Chegando ao porto de Nápoles, já com o nome trocado para PERRUSI, por um erro do tabelião do seu casamento, na aldeia próxima, despediu-se carinhosamente do Vesúvio, chorou sua necessidade, cantou sua última tarantela em solo pátrio, deixando que as notas fossem recolhidas e respondidas pelo mar tranqüilo da baía, no desejo incontido de ser migrante de dois mundos, de muitos, de voltar um dia e de se confessar, talvez, reencontrado consigo mesmo. Pegou o primeiro cargueiro que deixava o porto napolitano e, sem mais angústias, acomodou-se com a mulher, com o pequeno Raphael e com uma misteriosa caixa preta, amiga de sempre, e que, segundo meu avô, seria a chave de suas esperanças naquela travessia de migrante, em busca do enriquecimento rápido na América.

Não sei o nome de sua mulher, minha avó presuntiva, pois meu pai jamais nos falou dela. Não sei qual foi o motivo desse silêncio sobre um mero nome; provavelmente, um complexo de édipo peninsular explodido nos trópicos. Mas a vejo gorda, tirana do marido e dos filhos, tagarelando com os vizinhos, cheirando a alho e óleo. Segundo suponho, meu pai, já estava aprontado para a vida, antes mesmo do primeiro apito do vapor. Jamais compreendi como os italianos conseguem fornicar com tanto barulho em volta, e o ruidoso cargueiro não podia deixar de constituir um belo décor para a concepção do meu pai; pelo menos, seria mais uma lembrança da Itália! Disso, talvez, tenha derivado a sua mania em mudar de casa e de querer sempre estar viajando, mesmo que fosse de um bairro para outro. Hoje, ele mudou-se para um subúrbio celeste qualquer e duvido muito que não tenha exigido dos anjos ou, até mesmo, do próprio Jeová, um radiozinho de pilha para ouvir Alma itálica, seu programa preferido na Rádio Jornal do Comércio que, como todos sabem, falava, e continuava falando, para Pernambuco, para o Mundo e para as Américas do Sul e Central. Para o céu, também, segundo desconfio.

A família PERRUSI não tinha destino certo. Meu avô queria apenas mudar de lugar, pois não queria ser guia turístico, operário da FIAT, torcedor fanático do Nápoles ou subalterno da Máfia. O seu bom caráter e fino temperamento empurravam-lhe a destinos mais amenos onde seus filhos pudessem ter liberdade e melhores opções; talvez, quem sabe, para reconstituir a ilustre tradição perdida dos nobres PERUZZIs medievais.

Assim, meu avô nem sequer perguntou para onde se dirigia o navio, recomendando-se apenas à Madona e ao santo do lugar. Constava, apenas, que se tratava de um navio-tanque que, naquela época, transportava toneladas e mais toneladas de autêntico molho de tomate, fonte principal de divisas da Itália, excetuando a Máfia, e que regariam as macarronadas dos grã-finos estrangeiros. De fato, quando se trata do supérfluo, essa gente não se poupa e a pommo d´oro original era imprescindível.

Feliz, portanto, meu avô Felice acompanhava o precioso sugo, quando o tomateiro aporta numa ilha nevoenta e suja, cujo nome jamais soube pronunciar. No seu tempo, Manhattan parecia mais nome etrusco do que americano, embora não esteja excluída a hipótese do parentesco dos seus primitivos habitantes com os italianos pré-históricos. A convite do Capitão do navio, a pequena família visitou Nova York, cidade que prometia algum progresso, embora ainda provinciana, com seus bairros escuros, prédios acinzentados e docas repletas de navios. A estátua da Liberdade ainda não existia ou, pelo menos, não foi percebida pelos meus ancestrais. Talvez até a liberdade existisse, mas faltassem, quem sabe, pedras para imobilizá-la. Por isso mesmo, meu avô não gostou da cidade, contribuindo também o fato de que tinha uma noção de progresso muito particular, isto é, acreditava que, onde houvesse muitos italianos, era impossível a ordem e o progresso. Segundo o meu avô, uma vez fora da Itália, para todo o sempre livre de italianos.

Infelizmente, Nova York era, ou viria a ser, o refúgio predileto dos seus compatriotas e tanto é assim que os melhores filmes de caubói foram, ultimamente, realizados na Itália, o que denota carinho e respeito pela epopéia americana, especialmente entre os membros da Democracia Cristã. Afinal de contas, um povo que acabou com o problema indígena somente poderia ser digno de admiração. A solução final, tão deselegantemente pregada pelos futuros líderes alemães, já fora experimentada com sucesso absoluto nas Américas.

Considerando tais fatos, meu avô pensava, com razão, que Nova York não resolveria seus problemas. Talvez, quem sabe, seu futuro não estivessem mais em baixo, topos sempre lembrado, aliás, com muito carinho por ele! Como seu bilhete não indicava nenhum porto, em particular, pois os italianos são, em geral, muito esquecidos, meu avô resolveu continuar viagem para o sul. O tomateiro, depois de descarregar algumas toneladas vermelhas em Nova York – e que iriam, sem que o capitão suspeitasse, desencadear o famoso processo Sacco/Vanzetti – zarpou para o sul, aportando em algumas cidadezinhas, hoje esquecidas das principais correntes civilizadoras como, por exemplo, Miami, Acapulco, Caracas, Rio, Santos-São Paulo, Montevidéu ou, mesmo, Buenos Ayres.

De todas, somente São Paulo interessou-lhe, mas qual seria, afinal, o futuro dos seus netos numa cidade, onde somente se falava de café, como se o vinho não fosse a fonte perene da vida desde os inícios dos tempos?! Perdemos, assim, seus descendentes, uma excelente oportunidade de fazer fortuna, vendendo os seus arquivos de imigrante-anarquista para a UNICAMP. Ainda mais, o meu avô era um esteta e doía-lhe os tímpanos escutar aquele sotaque horripilante, cuja ausência da vigorosa abertura das vogais pretônicas, inibe o desencadear inevitável e, diria, inescrutável, da paixão humana. Ou, então, escutar aquela mania abusiva do uso do artigo definido. Imagine alguém lhe perguntar “o Felice está?” ou “tenho um recado pro Felice” ad nauseum, coisa mais sem lógica! Pior, muito pior: o que falar da mania de abreviar o nome, fazendo com que um elegante “Fernando” vire um efeminado… Fê! Mas, talvez, o pior problema da cidade fosse o seu nome de santo, e logo o santo dos santos, fundador do cristianismo. Era demais para a sutil sensibilidade anarquista do meu avô.

Nem mesmo o Rio conseguiu satisfazer o espírito exigente do meu avô, desde que ele era inimigo ferrenho do banho diário – “é coisa de burguês”, dizia ele – e não gostava de praias. Tanto assim que recusou a doação, feita por uma contra-parente apaixonada, de alguns hectares de terra numa longínqua praia chamada “Ipanema”; definitivamente, meu avô detestava nomes indígenas. Quase desiludido, resolveu retornar à Itália, o cargueiro já, então, mais leve de sua carga de molho de tomate.

Contudo, segundo as crônicas de família e, de acordo com minuciosa pesquisa feita no livro de bordo do cargueiro, a certa altura do regresso, o navio começou a cheirar mal em virtude de não ter sido bem lavado. Como soprava uma brisa marinha deleitosa, o capitão resolveu, sem mesmo saber qual o porto mais próximo, costear o litoral do Nordeste brasileiro, aportando finalmente numa pequena cidade que cheirava a mel e que vivia, na maior parte do tempo, invadida pelas águas do mar e de incontáveis rios.

O navio, na realidade, nem sequer chegou a entrar no porto, pois grassava na cidade uma de suas freqüentes epidemias. No entanto, dois fatos aguçaram a curiosidade do meu avô: chamavam a cidade de Veneza, embora americana e, segundo constava, não havia muitos italianos residentes.

Che bello! Enfim, a Itália sem italianos! O desafio, portanto, estava diante de si; aquela cidade tinha mais de trezentos anos, todos eles debaixo d´água e de epidemias, fato que, por si só, poderia fazê-la resistir ao futuro ainda incerto do capitalismo. O sol forte e as dificuldades vencidas asseguravam-lhe um brilhante futuro, mesmo que o capital viesse a ser destruído. O progresso, é claro, pensava meu avô, adepto de primeira linha de Darwin, pertencia aos fortes, além do que a cidade não tinha nome indígena e nem de santo.

Do navio ao cais, a família veio num pequeno barco, chamado Donzela, segundo creio, por nunca ter ido ao fundo das coisas. Em meio à inundação e à peste daquele ano, meu avô se estabeleceu na paróquia da Torre, numa casa comprada por oitenta cruzados, trocados pelas liras que lhe restavam. A partir daquele momento, a história da minha família confunde-se com as ardentes aspirações de progresso das antigas províncias do Norte brasileiro, sendo o meu avô destacado membro da comunidade ou colônia, como ainda se diz, estrangeira. A contribuição do meu avô paterno ao progresso material e cultural do Recife foi mais do que evidente. Datam, da chegada dos PERRUSI, o começo do desaparecimento dos bangüês, substituídos pelas modernas usinas de açúcar, das reformas urbanas francesas, do surto industrial da cidade, da modernização do porto, etc e tal.

Do movimento cultural, não se deve esquecer o florescimento de grandes instituições como o Ginásio Pernambucano, onde eu próprio estudei; o Liceu de Artes e Ofícios, onde meu pai estudou; na Faculdade de Direito, pontificavam Tobias Bareto e Clóvis Beviláqua, nome de uma rua onde moramos. Os jornais diários sempre anunciavam revoluções, que tanto atraíam meu avô – e desanimavam meu pai. No meio de tudo isso, nascia o movimento Regionalista de Gilberto Freyre, de nítidas influências napolitanas, com seus floreios de tarantela e de cançoneta semi-rural…

(…)

Bem… er… quem fala agora sou eu, Perrusi Filho. O diário continua a saga até os dias atuais. Interrompo a narrativa por um motivo prosaico: Perrusi Pai entrou, de repente, no porão e descobriu a heresia: eu, mexendo no seu diário secreto, que ele escondera no baú de pele de marmota da família. Ele pegou o diário e não o larga mais. A continuação da saga, agora, depende de sua aquiescência. Bora ver.

Posso dizer que herdei de minha genealogia um certo cinismo anarquista e uma ambigüidade em relação a Itália: sou cidadão italiano e não falo patavina da língua dos meus ancestrais — non capisco é meu mote favorito. Além do mais, sou um inimigo ferrenho, futebolisticamente falando, desde o desastre de Sariá (1982), dos italianos. De certa forma, continuo a saga da família Peruzzi, hoje Perrusi, tentando ganhar, quem sabe, na mega e virar um especulador financeiro, porque professor universitário, convenhamos, é dose e não dá dinheiro a ninguém, só dor de cabeça. Tenho dito.

InscritosEmPedra
  1. Embora pessoalmente não sinta muita atração por vasculhar minhas origens, acho interessante observar quem o faz.

    Há uns três anos fui conhecer um vizinho de chácara que fica do lado de lá da mata. Visita essa fruto de escapadas do meu ex-cachorro Alemão que descobrira (pelo cheiro, suponho) existir no tal vizinho uma cadela da mesma raça que estava no cio. Alemão conseguia pular o portão e acabava tenatndo entrar no canil do vizinho, que mandara me chamar.

    Tive que ir buscá-lo e pedi ajuda a outro vizinho para me apresentar Seu Peçanha, como o velho gosta de ser chamado.

    Enfim, e resumindo, o Peçanha não só é uma figura especial como fez questão de mostrar a montagem que tinha feito da árvore genealógica da sua família e da família de sua mulher, até que ambas tinham dado no encontro entre eles há uns 50 anos.

    Desenhada sobre uma imensa mesa e protegida por vidro, lá estava a história das duas famílias.

    Diria que foi emocionante escutá-lo descrever os acontecimentos ligadas à formação de sua atual família. Ele, mulher e dois filhos já adultos.

    Por sinal… a filha… bom, mas isso já é mudar de assunto.

  2. Ótima matéria a quem interessa tal brilhante Saga.

  3. Garibaldi Perruci (ainda)

    Artur, parabéns pela forma gostosa e inteligente de descrever os acontecimentos da nossa “história”.
    Acho que sou irmão do seu pai, supondo que seja Gadiel e, entendo agora o porque do meu nome “Garibaldi”, já que nosso avô, que era Félix e depois descoberto Felice, tinha adoração pelo general “heroi dos dois mundos”.
    Soube que joga tênis, quem sabe um dia nos encontremos em alguma quadra por aí.
    Um abraço e parabéns novamente.

    GARIBALDI PERRUCI

  4. Olá Arthur!

    Sou neto de Paulo Perruci de Belo Horizonte, e estou interessado em me comunicar com você, pois quero fazer retificação de meu nome a pedido de meu avô que faleceu em dezembro de 2012 e em sua última vontade me pediu para retificar o nome para o correto PERUZZI, visto que ele tentaria tal retificação este ano, mas faleceu antes.

    Meu nome é Rodrigo Perruci.

    Com certeza são meus tios avós o Garibaldi e o Gadiel mencionados no post anterior.

    Tenho uma certidão de casamento de meu, e provavelmente seu, bisavô, Antonino Perrusi, mas gostaria de me comunicar com você para tentar conseguir mais detalhes, visto que para retificação de nomes preciso comprovar com mais documentos e depoimentos. Se quiser posso te mandar e-mail com cópias das certidões.

    Você também tem contato com o Garibaldi? Se sim gostaria de um e-mail dele também.

    Sua descrição acima vai me ser mutio útil nesse procedimento.

    Se possível você pode me mandar seu e-mail para melhor contato?

    Aguardo sua resposta.

    Att.:
    Rodrigo Perruci

  5. Que texto cativante e recheado de considerações históricas procedentes.Não tenho o Perrussi no sobrenome na minha certidão de nascimento por opção do meu pai que desejava homenagear o meu avô paterno.No dia 13/12/2014 iremos nos reunir em casa forte para um almoço de confraternização da família.Moro em são paulo e estou passando o fim de ano em Recife com minha mãe,Elizabeth Perruci DO Amaral.meu fone em Recife 32690804,em sp.48283589.Gostaria de conversar com você,se puder apareça no encontro,abraços.

  6. Não sei se ainda recebe mensagens, gerencia o blog, mas o fato é que busco contato.

Deixe um comentário para Gil